Liberdade (omitida)

De: Txapo-Txapo - Maputo

Vem,
Vem como brisa
Do cair da tarde a beira-mar,
Vem, como o sonho da infância,
Seja o meu herói fantasma,
Liberta – me deste sufoco,
Em que o meu corpo sucumbe,
Que seja sepultado junto a si,
Vem, que venero – te de corpo e alma,
Vem, que o dia da liberdade chegará,
Juntos devemos estar,
Vem, que a noite termina,
E a dura realidade me espera.
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publicado por Revista Literatas às 08:14 | link