Sexta-feira, 09.09.11

Ekuethe

Mukurruza- Lichinga

 

       I

 

Ekuethe

Éamor

Évida

Émorte

Éguerra

Époesia

Éluta

Édança

Émentira

Éverdade!

 

     II

 

Ekuethe

São noites

Que se amargam;

São tempos

Diferentes!

 

publicado por Revista Literatas às 18:51 | link | comentar | ver comentários (1)
Quinta-feira, 30.06.11

O povo

Mukurruza - Lichinga

  
                            (A um povo humilde por aí…)
I
Maldito tempo difícil,
Soam balas encravadas nas paredes,
Acordam banhadas de sangue no rosto.
É terrível sacrificar se pela humanidade escolhida!
II
No irreparável cuspo da guerra,
Há um denomino que lhes enche
De tristezas e lágrimas
De caras secas e pálidas!
III
De suor nudez
Deita (se) milhares pelo avermelhado chão.
E tudo em volta fica encarnado!
IV
Pátria se atormenta
E de baixo de sol escaldante
Vai o povo sonhando liberdade!



___________________________________
Mukurruza, cresceu na terra dos seus pais (Quelimane) onde moldou a sua vida e a maneira de sentir as coisas que formam o homem (Dor, Amor, Paixão)
A paixão pela literatura encaixa-se no novo milénio, publicou vários poemas, contos e crónicas em jornais e rádios.
Colaborador de vários jornais da cidade lichinga membro de direcção do (CEPAN) Clube de Escritores poetas & amigos do Niassa.
Costa na colectânea de poesia, (Noite Amanhecida) publicada em 2009. E ainda membro fundador do movimento ‘’Gincana de arte lichinga’’

publicado por Revista Literatas às 07:20 | link | comentar

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Dizer, fazer e sentir 

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