Terça-feira, 28.06.11

Obras de Joana Ruas

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<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/-idf0UuixHAQ/TgmqaUocG_I/AAAAAAAAAUg/sCXqDZUJEIc/s1600/8Bienal-Ceara-Joana-Ruas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="243px" i$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-idf0UuixHAQ/TgmqaUocG_I/AAAAAAAAAUg/sCXqDZUJEIc/s320/8Bienal-Ceara-Joana-Ruas.jpg" width="320px" /></a></div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"><strong>Na Guiné  com o PAIGC</strong></span><span style="font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;">, reportagem escrita nas zonas libertadas da Guiné em 1974, edição da autora, Lisboa, 1975;no jornal da Guiné - Bissau, Nô Pintcha, redige, em 1975, a página de literatura africana de língua portuguesa. Traduz textos inéditos de Amílcar Cabral escritos em língua francesa e recolhe na aldeia de Eticoga (ilha de Orangozinho, arquipélago dos Bijagós), a lenda da origem das saias de palha; <b>Corpo Colonial</b>, Centelha, Coimbra, 1981 (romance distinguido com uma menção honrosa pelo júri da APE; traduzido em búlgaro); <b>Zona </b>(ficção), edição da autora, Lisboa, 1984 (esgotado<b>); </b>Colaborou no Suplemento Literário do Diário Popular e,  na página literária do Diário de Lisboa, foi publicado  um seu trabalho de análise crítica intitulado <b>O Lado Esquerdo da Noite </b>sobre o romance de Baptista Bastos, <b>Viagem de um Pai e de um Filho pelas Ruas da Amargura</b>; na Revista cultural Algar numa edição da Casa Museu Fernando Namora em Condeixa, apresentou   um estudo sobre o romance <b>Fogo na Noite Escura </b>de Fernando Namora; colaborou com textos na página de Letras e Artes, Alma Nova, do jornal O Mirante, no Notícias de Elvas, no União, Quarto Crescente, Jornal do Sporting com poemas inéditos e com um trabalho de análise crítica sobre a narrativa dramática de Norberto Ávila, <b>As Viagens de Henrique Lusitano; O Claro Vento do Mar(</b>romance<b>)</b>  Bertrand Editora, Lisboa, 1996; <b>Amar a Uma só Voz </b>( Mariana Alcoforado nas Elegias de Duíno), Colóquio Rilke, organizado pelo Departamento de Estudos Germanísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,  Edições Colibri, Lisboa, 1997 e publicado no nº 59 da  revista electrónica brasileira Agulha (<a href="http://www.revista.agulha.nom.br/" target="_blank"><span style="color: blue;">www.revista.agulha.nom.br</span></a><b>;  A Amante Judia de Stendhal</b> (ensaio), revista O Escritor,  n.º 11/12, Lisboa, 1998; <b>E Matilde  Dembowski</b> ( ensaio sobre Stendhal), revista O Escritor, nº13/14, 1999 e revista electrónica (<a href="http://www.revista.agulha.nom.br/" target="_blank"><span style="color: blue;">www.revista.agulha.nom.br</span></a> e Triplov e na revista electrónica mexicana La Otra 26; <b>A Guerra Colonial e a Memória do Futuro</b>, comunicação apresentada no Congresso Internacional sobre a Guerra Colonial, organizado pela Universidade Aberta, Lisboa, 2000; <b>A Pele dos Séculos</b> (romance), Editorial Caminho, Lisboa, 2001;.Participou  com comunicações nas <b>Jornadas de Timor da Universidade do Porto sobre cultura timorense e sobre a Língua</b> <b>Portuguesa em Timor na S.L.P</b>. A sua poesia encontra-se dispersa por publicações como <b>NOVA 2</b> (1975), um magazine dirigido por Herberto Helder; o seu poema <b>Primavera e Sono</b> com música de Paulo Brandão foi incluído por  Jorge Peixinho no 5º Encontro de Música Contemporânea promovido pela Fundação Gulbenkian e mais tarde incluído no ciclo Um Século em Abismo — Poesia do Século XX realizado no C.A.M.;  recentemente  publicou poesia nas seguintes publicações : <b>Antologia da Poesia Erótica</b>, Universitária Editora; <b>Cartas a Ninguém</b> de Lisa Flores e Ingrid Bloser Martins, Vega ; <b>Na Liberdade</b>, antologia poética, Garça Editores; <b>Mulher,</b> uma antologia poética integrada na colecção Afectos da Editora Labirinto; <b>Um Poema para Fiama, </b>uma antologia publicada pela Editora Labirinto<b>;</b> <b>; </b>tem colaboração nas revistas  <b>Mealibra</b>,  revista de Cultura do Centro Cultural do Alto Minho e na  <b>Foro das Letras</b> revista da Associação Portuguesa de Escritores – Juristas onde publicou <b>Caderno de Viagem ao Recife</b> . Na revista electrónica <b>Triplov </b>foi publicado um Roteiro sobre a sua obra, <b>A Pele dos Séculos</b>. Em 2008, a Editora Calendário publicou o seu romance histórico <b>A Batalha das Lágrimas. </b>Participou na 8ª Bienal  Internacional do Livro do Ceará onde proferiu uma palestra intitulada <b>Aproximar o Distante, Do Estranho ao Familiar — duas experiências: Timor-Leste e Guiné-Bissau</b>. . Em 2010,a  revista electrónica mexicana  LaOtra, a Revista Literária brasileira e o Jl publicaram o texto do Prof. Dr. Pires Laranjeira sobre <b>Crónicas Timorenses. </b>Em 2009, a Escrituras Editora publicou na colecção Ponte Velha, <b>Das Estações entre Portas</b>. O texto de Joana Ruas intitulado <b>A Herança dos Possíveis </b>sobre dois poemas de José Ángel Leyva foi publicado em Maio de 2010 na revista electrónica Agulha Hispânica. Participou na IV Feira do Livro de Díli onde apresentou com o Dr. Roque Rodrigues, Conselheiro do Presidente da República de Timor Leste e Dr. Manuel Tilman ,Deputado do Parlamento Nacional, as suas obras <b>A Batalha das Lágrimas e Crónicas Timorenses</b>. </span><br /><span style="font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"><div style="text-align: justify;"><b style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 20pt;"><span style="color: lime;">Biografia </span></span></b></div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;"><span>Joana Ruas nasceu em 1945  na Quinta do Pinheiro em Freches, no distrito da Guarda. Por volta dos anos 50 do século XX , a sua família estabeleceu-se em Angola  onde Joana Ruas viveu e estudou  até aos quinze anos, idade em que, segundo  o costume da burguesia colonial , regressou a Portugal para completar os seus estudos em Coimbra. A guerra colonial  levou  o seu ex-marido para Timor-Leste para onde Joana Ruas o acompanhou . Trabalhou como jornalista cultural e tradutora na Radiodifusão Portuguesa e no jornal Nô Pintcha da República da Guiné –Bissau. A convite de Natália Correia,  traduziu prosa e poesia para diversas editoras. Participou na  causa da Libertação do Povo de Timor-Leste, tendo feito várias conferências sobre  a Língua Portuguesa em Timor –Leste, sua história e cultura. .Em 1975, o poeta Herberto Helder editou um poema seu e, desde então,  consagrou-se à sua obra literária, tendo publicado romances, ensaios e poemas. Trabalha há anos  na escrita de uma obra  em três volumes (um romance, um livro de contos e uma novela), sobre cem anos de Resistência Timorense — de  finais do século XIX até à Independência.</span></div><div style="text-align: justify;"><br style="mso-special-character: line-break;" /></div></span></div>
publicado por Revista Literatas às 04:18 | link | comentar
Segunda-feira, 25.04.11

ANDORINHA – 2 ANOS DE PROMOÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA E DA CULTURA EM LÍNGUA PORTUGUESA NA GUINÉ-BISSAU




Em Canchungo, a 24 de Abril de 2008, Marcolino Elias Vasconcelos, professor – sobretudo de Língua Portuguesa – no Liceu Regional Hô Chi Minh, e António Alberto Alves, sociólogo e voluntário, iniciaram o programa Andorinha na Rádio Comunitária Uler A Baand, que tem como objectivo a promoção da Língua Portuguesa e da Cultura em Língua Portuguesa e desde então mantém a sua periodicidade semanal, todas as quintas-feiras entre as 20.3h e 21.3h na frequência de 103 MHz. De imediato, para responder a diversas solicitações de apoio educativo, jovens estudantes tomaram a iniciativa de se organizarem em bankada*, para ouvirem o programa Andorinha e “praticarem a oralidade e ultrapassarem o receio de falarem em português”! Ao longo desse ano, constituíram-se bankadas nos bairros da cidade de Canchungo (Betame, Pindai, Catchobar, Tchada, Djaraf, rua de Calquisse, Bairo Nobo) e em algumas tabanka (Cajegute, Canhobe, Tame). Complementarmente, foi constituída a bankada central Andorinha, que concentra as suas actividades no Centro de Desenvolvimento Educativo de Canchungo e que tem organizado algumas iniciativas: sessões de vídeo, acções de sensibilização em escolas, feira do livro. [*Bankada é um grupo informal mas estruturado, sobretudo de jovens, que se juntam num local na rua, para ouvirem rádio – neste caso, o programa Andorinha e para praticarem a oralidade em Língua Portuguesa.]
Esta iniciativa Andorinha surge como pioneira num país onde a utilização da Língua Portuguesa é muito baixa e a sua riqueza parte da própria motivação de jovens estudantes se organizarem em autoformação. [ver descrição em anexo]

Complementarmente, neste ano lectivo de 2009-2010, estamos a realizar o projecto Andorinha – Promoção da Língua Portuguesa e da Cultura em Língua Portuguesa – um intercâmbio de escolas portuguesas e escolas no sector de Canchungo, Região de Cacheu, Guiné-Bissau. Tem como objectivo a montagem de um projecto bilateral de troca de experiências e intercâmbio entre um estabelecimento de ensino de Portugal e de um congénere na Região de Cacheu (Guiné-Bissau), que poderá proporcionar múltiplas vantagens recíprocas – e despoletar diversas acções de cooperação. Com efeito, a troca de correspondência escolar entre directores, professores e alunos, certamente aumentará o domínio da escrita em Língua Portuguesa entre os guineenses e promoverá o conhecimento sobre a Guiné-Bissau entre os portugueses. [ver descrição em anexo]
Neste sentido, as iniciativas Andorinha passarão a promover o uso oral e escrito da Língua Portuguesa no quotidiano dos jovens e estudantes guineenses.

Em Canchungo e na Região de Cacheu, a designação de “Andorinha” é já sinónimo de promoção da Língua Portuguesa e da Cultura em Língua Portuguesa. Como grupo informal, solicitamos a adesão à CONGAI – Confederação das Organizações não Governamentais e Associações Intervenientes ao Sul do Rio Cacheu, o que foi prontamente aceite.

Do que as iniciativas Andorinha têm realizado desde o início deste ano lectivo 2009-2010, destacamos:
- O envolvimento e formação de jovens das bankada Andorinha para apoiarem e realizarem o programa Andorinha na Rádio Comunitária Uler A Baand – todas as quintas-feiras entre as 20.3h e 21.3h na frequência de 103 MHz;
- As acções de apresentação das bankada Andorinha e a sensibilização ao uso da Língua Portuguesa realizadas no Complexo Escolar Santo Agostinho, Escola EBU, Escola 1º de Junho e ADRA – Escola Adventista, em Canchungo, por solicitação dos respectivos directores;
- A organização e realização da actividade “Nô Pensa Cabral!”;
- A entrega da correspondência escolar enviada pelo Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Joaquim de Magalhães de Faro à direcção do Liceu Regional Hô Chi Minh em Canchungo;
- A constituição de uma bankada Andorinha em Bissau – na Paróquia de Brá;
- A sessão de apresentação das bankada Andorinha e a sensibilização ao uso da Língua Portuguesa realizada no âmbito do intercâmbio de alunos e professores entre o Liceu Regional Hô Chi Minh e o Liceu Dr. Luís Fona Tchuda de Gabú, sob o lema “Juntos para um ensino de qualidade face aos desafios do futuro”;
- O início da emissão do programa Andorinha na Rádio Babok – todos os domingos, entre as 21h e 22h na frequência de 98 MHz;
- A acção de apresentação das bankada Andorinha e a sensibilização ao uso da Língua Portuguesa realizada no Liceu Domingos Mendonça em Cacheu;
- A entrega da correspondência escolar e de diverso material enviado pelo Agrupamento Vertical de Escolas de Vila Caíz à direcção e professores da Escola Pública de Iniciativa Comunitária “Tomás Nanhungue” em Tame;
- A visita à bankada Andorinha “Umeeni” em Petabe.

De 19 a 25 de Abril de 2010 comemoramos este segundo aniversário do surgimento das iniciativas Andorinha, com a realização de um conjunto de acções:
- 19 Abril (segunda-feira): Entrega de 433 músicas em Língua Portuguesa, de 93 artistas/grupos de Portugal, Brasil, Cabo Verde, Moçambique e Timor Leste, à Rádio Comunitária Uler A Baand e Rádio Babok;
- 20 Abril 10h (terça-feira): Inauguração da 2.ª Feira do Livro no Centro de Desenvolvimento Educativo de Canchungo;
- 20 a 24 Abril (8.3-11h e 16-19h): 2.ª Feira do Livro no Centro de Desenvolvimento Educativo de Canchungo;
- 24 Abril a partir das 16h (sábado): 2.ª Festa Andorinha na COAJOQ – Cooperativa Agro-Pecuária de Jovens Quadros;
- 25 Abril (domingo): Documentário sobre a Revolução dos Cravos em Portugal.

- A inauguração da 1.ª Feira do Livro no Centro de Recursos em Cacheu;
- A entrega da segunda correspondência escolar enviada pelo Agrupamento Vertical de Escolas Dr. Joaquim de Magalhães de Faro à direcção do Liceu Regional Hô Chi Minh em Canchungo;
- A oferta de 60 t-shirts Andorinha pela empresa Jomav – Importação e comercialização de materiais de construção;
- A cerimónia de tomada de posse da bankada Andorinha Liceu Domingos Mendonça em Cacheu;
- A constituição da bankada Andorinha da Escola 1.º de Junho em Canchungo;
- A entrega da correspondência escolar e de diverso material enviada pelo Agrupamento Vertical de Escolas de Mondim de Bastos à direcção e professores da Escola Pública de Iniciativa Comunitária de Cabienque e à direcção da AFIR – Associação dos Filhos e Irmãos de Cabienque;
- A constituição da bankada Andorinha “União Faz a Força” em Tchulame.

Semanalmente, todos os sábados, pelas 17 horas, a bankada central Andorinha reúne no Centro de Desenvolvimento Educativo de Canchungo. Ao longo do mês de Junho realizamos uma reflexão e autoformação sobre o funcionamento de uma associação, que incluiu a concepção e redacção de uma proposta de estatutos. A 19 de Junho fundamos a associação Bankada Andorinha, com a redacção da acta – a que se seguirão os diversos passos legais para a sua efectivação.

De salientar, que esta é uma iniciativa concebida e protagonizada por jovens alunos e professores guineenses, às expensas de trabalho voluntário e esforço e empenho de cada um – sem qualquer apoio de instituições responsáveis pela promoção da Língua Portuguesa...
[Para mais informações e imagens, ver www.andorinhaemcanchungo.blogspot.com]

Na esperança que estas iniciativas possam ser valorizadas e ficando ao dispôr para qualquer esclarecimento que acharem conveniente, apresentamos os nossos melhores cumprimentos
Marcolino Elias Vasconcelos – 00 245 6625332
António Alberto Alves – 00 245 6726963
Eduardo Gomes (Presidente das bankada Andorinha) – 00 245 6824282


«Há números que apontam para 5% da população que fala Português, no recenseamento de 1979, e outros para 10%, no recenseamento de 1991 (Scantamburlo, 1999: 62). Não há, infelizmente, estudos mais recentes sobre esse assunto, mas penso que é por demasiado evidente que a situação da Língua Portuguesa na Guiné-Bissau em nada se compara com os restantes países lusófonos africanos: é, sem dúvida, o PALOP onde se fala menos português. Basta circular pelas ruas de Bissau para nos apercebermos desta dura realidade.
Devido ao facto de ser a língua oficial, o Português é o idioma de ensino. É também a língua de produção literária, da imprensa escrita, da legislação e administração. Deparamo-nos, então, com este paradoxo: tudo está escrito em Português, mas uma parte esmagadora da população não domina a língua. As crianças são alfabetizadas numa língua que não ouvem, nem em casa nem na rua, e só quando comunicamos com a elite politica e intelectual guineense conseguimos estabelecer comunicação em Português. O grande problema da Língua Portuguesa neste país é, a meu ver, não passar da escrita para a oralidade.
(…)
Dado que a rádio é o único meio de comunicação que chega a todos os guineenses, parece-me fundamental uma aposta em programas radiofónicos que divulguem a Língua Portuguesa; em suma, uma aposta na oralidade.»
- Ana Paula Robles, Instituto Camões na Guiné-Bissau
[O ensino da Língua Portuguesa no ensino superior: a situação da Guiné-Bissau. Ubuntu, nº 3, Dezembro 2006, Bissau, p. 21-24]

--
Andorinha | Caixa Postal nº 1 | Canchungo | Guiné-Bissau
www.andorinhaemcanchungo.blogspot.com
publicado por Revista Literatas às 03:23 | link | comentar

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