Ronda da Noite


 Amosse Matavele - Maputo

Rondam os chuis colonizados pela cor cinzenta
A pincel pintam o asfalto (sub)urbano recalcado pelas pegadas do judas
E a forca divina quando e que pisara este lugar invisitável?
Vigilância: o lupanar do tropel das infindáveis noites agrestes
Concorrência: a espingarda nas costa do policia e a navalha nas mãos do mabandido-
                                                     o herói da esquina
Onde a vida calha                       
                                        Mas
A morte não falha
publicado por Revista Literatas às 10:03 | link | comentar