Obras de Joana Ruas

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<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/-idf0UuixHAQ/TgmqaUocG_I/AAAAAAAAAUg/sCXqDZUJEIc/s1600/8Bienal-Ceara-Joana-Ruas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="243px" i$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-idf0UuixHAQ/TgmqaUocG_I/AAAAAAAAAUg/sCXqDZUJEIc/s320/8Bienal-Ceara-Joana-Ruas.jpg" width="320px" /></a></div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"><strong>Na Guiné  com o PAIGC</strong></span><span style="font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;">, reportagem escrita nas zonas libertadas da Guiné em 1974, edição da autora, Lisboa, 1975;no jornal da Guiné - Bissau, Nô Pintcha, redige, em 1975, a página de literatura africana de língua portuguesa. Traduz textos inéditos de Amílcar Cabral escritos em língua francesa e recolhe na aldeia de Eticoga (ilha de Orangozinho, arquipélago dos Bijagós), a lenda da origem das saias de palha; <b>Corpo Colonial</b>, Centelha, Coimbra, 1981 (romance distinguido com uma menção honrosa pelo júri da APE; traduzido em búlgaro); <b>Zona </b>(ficção), edição da autora, Lisboa, 1984 (esgotado<b>); </b>Colaborou no Suplemento Literário do Diário Popular e,  na página literária do Diário de Lisboa, foi publicado  um seu trabalho de análise crítica intitulado <b>O Lado Esquerdo da Noite </b>sobre o romance de Baptista Bastos, <b>Viagem de um Pai e de um Filho pelas Ruas da Amargura</b>; na Revista cultural Algar numa edição da Casa Museu Fernando Namora em Condeixa, apresentou   um estudo sobre o romance <b>Fogo na Noite Escura </b>de Fernando Namora; colaborou com textos na página de Letras e Artes, Alma Nova, do jornal O Mirante, no Notícias de Elvas, no União, Quarto Crescente, Jornal do Sporting com poemas inéditos e com um trabalho de análise crítica sobre a narrativa dramática de Norberto Ávila, <b>As Viagens de Henrique Lusitano; O Claro Vento do Mar(</b>romance<b>)</b>  Bertrand Editora, Lisboa, 1996; <b>Amar a Uma só Voz </b>( Mariana Alcoforado nas Elegias de Duíno), Colóquio Rilke, organizado pelo Departamento de Estudos Germanísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,  Edições Colibri, Lisboa, 1997 e publicado no nº 59 da  revista electrónica brasileira Agulha (<a href="http://www.revista.agulha.nom.br/" target="_blank"><span style="color: blue;">www.revista.agulha.nom.br</span></a><b>;  A Amante Judia de Stendhal</b> (ensaio), revista O Escritor,  n.º 11/12, Lisboa, 1998; <b>E Matilde  Dembowski</b> ( ensaio sobre Stendhal), revista O Escritor, nº13/14, 1999 e revista electrónica (<a href="http://www.revista.agulha.nom.br/" target="_blank"><span style="color: blue;">www.revista.agulha.nom.br</span></a> e Triplov e na revista electrónica mexicana La Otra 26; <b>A Guerra Colonial e a Memória do Futuro</b>, comunicação apresentada no Congresso Internacional sobre a Guerra Colonial, organizado pela Universidade Aberta, Lisboa, 2000; <b>A Pele dos Séculos</b> (romance), Editorial Caminho, Lisboa, 2001;.Participou  com comunicações nas <b>Jornadas de Timor da Universidade do Porto sobre cultura timorense e sobre a Língua</b> <b>Portuguesa em Timor na S.L.P</b>. A sua poesia encontra-se dispersa por publicações como <b>NOVA 2</b> (1975), um magazine dirigido por Herberto Helder; o seu poema <b>Primavera e Sono</b> com música de Paulo Brandão foi incluído por  Jorge Peixinho no 5º Encontro de Música Contemporânea promovido pela Fundação Gulbenkian e mais tarde incluído no ciclo Um Século em Abismo — Poesia do Século XX realizado no C.A.M.;  recentemente  publicou poesia nas seguintes publicações : <b>Antologia da Poesia Erótica</b>, Universitária Editora; <b>Cartas a Ninguém</b> de Lisa Flores e Ingrid Bloser Martins, Vega ; <b>Na Liberdade</b>, antologia poética, Garça Editores; <b>Mulher,</b> uma antologia poética integrada na colecção Afectos da Editora Labirinto; <b>Um Poema para Fiama, </b>uma antologia publicada pela Editora Labirinto<b>;</b> <b>; </b>tem colaboração nas revistas  <b>Mealibra</b>,  revista de Cultura do Centro Cultural do Alto Minho e na  <b>Foro das Letras</b> revista da Associação Portuguesa de Escritores – Juristas onde publicou <b>Caderno de Viagem ao Recife</b> . Na revista electrónica <b>Triplov </b>foi publicado um Roteiro sobre a sua obra, <b>A Pele dos Séculos</b>. Em 2008, a Editora Calendário publicou o seu romance histórico <b>A Batalha das Lágrimas. </b>Participou na 8ª Bienal  Internacional do Livro do Ceará onde proferiu uma palestra intitulada <b>Aproximar o Distante, Do Estranho ao Familiar — duas experiências: Timor-Leste e Guiné-Bissau</b>. . Em 2010,a  revista electrónica mexicana  LaOtra, a Revista Literária brasileira e o Jl publicaram o texto do Prof. Dr. Pires Laranjeira sobre <b>Crónicas Timorenses. </b>Em 2009, a Escrituras Editora publicou na colecção Ponte Velha, <b>Das Estações entre Portas</b>. O texto de Joana Ruas intitulado <b>A Herança dos Possíveis </b>sobre dois poemas de José Ángel Leyva foi publicado em Maio de 2010 na revista electrónica Agulha Hispânica. Participou na IV Feira do Livro de Díli onde apresentou com o Dr. Roque Rodrigues, Conselheiro do Presidente da República de Timor Leste e Dr. Manuel Tilman ,Deputado do Parlamento Nacional, as suas obras <b>A Batalha das Lágrimas e Crónicas Timorenses</b>. </span><br /><span style="font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"><div style="text-align: justify;"><b style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 20pt;"><span style="color: lime;">Biografia </span></span></b></div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;"><span>Joana Ruas nasceu em 1945  na Quinta do Pinheiro em Freches, no distrito da Guarda. Por volta dos anos 50 do século XX , a sua família estabeleceu-se em Angola  onde Joana Ruas viveu e estudou  até aos quinze anos, idade em que, segundo  o costume da burguesia colonial , regressou a Portugal para completar os seus estudos em Coimbra. A guerra colonial  levou  o seu ex-marido para Timor-Leste para onde Joana Ruas o acompanhou . Trabalhou como jornalista cultural e tradutora na Radiodifusão Portuguesa e no jornal Nô Pintcha da República da Guiné –Bissau. A convite de Natália Correia,  traduziu prosa e poesia para diversas editoras. Participou na  causa da Libertação do Povo de Timor-Leste, tendo feito várias conferências sobre  a Língua Portuguesa em Timor –Leste, sua história e cultura. .Em 1975, o poeta Herberto Helder editou um poema seu e, desde então,  consagrou-se à sua obra literária, tendo publicado romances, ensaios e poemas. Trabalha há anos  na escrita de uma obra  em três volumes (um romance, um livro de contos e uma novela), sobre cem anos de Resistência Timorense — de  finais do século XIX até à Independência.</span></div><div style="text-align: justify;"><br style="mso-special-character: line-break;" /></div></span></div>
publicado por Revista Literatas às 04:18 | link | comentar