Terça-feira, 28.06.11

Morreu Lina Magaia

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<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/-ZamNEnKc05c/Tgm96GKhNxI/AAAAAAAAAU0/JuVlD9CRg0c/s1600/Lina-Magaia_06x11x625x230.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="220px" i$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-ZamNEnKc05c/Tgm96GKhNxI/AAAAAAAAAU0/JuVlD9CRg0c/s320/Lina-Magaia_06x11x625x230.jpg" width="320px" /></a></div><div style="text-align: justify;">Morreu ontem, 27 de Junho, em Maputo, a escritora, jornalista e veterana da Luta Armada de Libertação Nacional, Lina Magaia, vítima de doença.</div></ishort><div class="dataNoticia" style="text-align: justify;"> </div><div class="dataNoticia" style="text-align: justify;">Trata-se de uma mulher de várias facetas, que se destacou durante a vida em domínios como a escrita, cinema, desenvolvimento rural ou mesmo como combatente da libertação do país do jugo colonial. Lina Magaia, que não gozava de boa saúde nos últimos tempos, encontrou a morte em sua casa, no bairro Triunfo, depois de ter ficado internada no Instituto do Coração durante a semana passada, segundo fontes familiares. Lina Magaia nasceu em 1945, em Maputo. </itext></div><div class="rightColumn02"> </div><div class="rightColumn02" style="text-align: center;"><strong><span style="color: red;">Em nome de jovens moçambicanos amantes da literatura e das artes no geral, o Movimento Literário Kuphaluxa, serve-se deste espaço para endereçar as mais sentidas condolências à família enlutada.</span></strong></div>
publicado por Revista Literatas às 05:44 | link | comentar

Literatura e independência de Moçambique


O País

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<div align="justify"><span style="font-family: 'Tahoma','sans-serif'; font-size: 9pt; line-height: 150%;"></span><br /><div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"><strong><span style="background-color: black; color: red;">O País</span></strong></span></div><div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><br /></div><table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"><tbody><tr><td style="text-align: center;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/-R2bfXMCdr7w/Tgmui0lcHpI/AAAAAAAAAUo/T6nY467oBH4/s1600/Independencia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img border="0" height="234px" i$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-R2bfXMCdr7w/Tgmui0lcHpI/AAAAAAAAAUo/T6nY467oBH4/s320/Independencia.jpg" width="320px" /></a></td></tr><tr><td class="tr-caption" style="text-align: center;">Foto: Blog-Mashamba</td></tr></tbody></table><div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"><strong>Moçambique comemorou os 36 anos da independência, conquistada cinco séculos depois do domínio português. Às 00h00 de 25 de Junho de 1975, Samora Machel, primeiro presidente moçambicano, proclamou a “independência total e completa” do país.</strong> </span></div><div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 4.7pt 0cm; text-align: justify;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 4.7pt 0cm; text-align: justify;"><b style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="color: #003366; font-family: 'Times New Roman','serif'; line-height: 150%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"><span style="color: lime; font-size: large;">Introdução</span></span></b><b style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman','serif'; line-height: 150%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"></span></b></div><div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 4.7pt 0cm; text-align: justify;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 4.7pt 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 150%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;">As literaturas africanas de língua portuguesa têm procurado,   conscientemente ou não, uma relação equilibrada com as influências deixadas pela presença dos portugueses. Este processo pode ser chamado de descolonização, que é visível em várias formas nas  literaturas em questão. O processo também pode ser visto, tendo fases diferentes que são aqui apresentadas, com exemplos da literatura moçambicana.</span></div><div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 4.7pt 0cm; text-align: justify;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 4.7pt 0cm; text-align: justify;"><b style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="color: #003366; font-family: 'Times New Roman','serif'; line-height: 150%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"><span style="color: lime; font-size: large;">Caminho da independência</span></span></b><b style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman','serif'; line-height: 150%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"></span></b></div><div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 4.7pt 0cm; text-align: justify;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 4.7pt 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 150%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;">A par de outras expressões culturais, a literatura pode em grande medida antecipar mudanças sociais. Em Moçambique, numa primeira  fase, aparecem expressões que discutem a condição dos colonizados,   como em Godido e Outros Contos, de João Dias (1952), que descrevem  a vida quotidiana dos negros, em Nós Matámos o Cão Tinhoso, de Luís  Bernardo Honwana (1964) e as que formam poemas de resistência cultural nos trabalhos de Noémia de Sousa e de José Craveirinha. Mas do panorama literário moçambicano a caminho da independência, também fazem parte os escritores de origem portuguesa que se arredaram destas questões. Assim, a literatura antecipa mudanças, discutindo temas que mais tarde se tornam centrais nas sociedades que lutam contra o  colonialismo. Trata-se da emergência de uma nova literatura que expressa a voz dos colonizados, de uma nova forma em relação à  literatura colonial que, nesta fase, e embora de forma subtil, pode ser  vista como uma plataforma onde as situações sociais são discutidas. Em relação às formas de expressão, é interessante considerar que os autores escrevem contos, e que o conto, ao contrário do romance, deve mais ao contexto da literatura oral do que à influência dominante da  tradição ocidental.</span></div><div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 4.7pt 0cm; text-align: justify;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 4.7pt 0cm; text-align: justify;"><b style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="color: #003366; font-family: 'Times New Roman','serif'; line-height: 150%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"><span style="color: lime; font-size: large;">Em direcção ao equilíbrio</span></span></b><b style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman','serif'; line-height: 150%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"></span></b></div><div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 4.7pt 0cm; text-align: justify;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 4.7pt 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 150%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;">Nas últimas décadas têm-se discutido vários temas na literatura  moçambicana. Por exemplo, Ungulani Ba Ka Khosa, no seu Ualalapi (1987) discute o passado moçambicano e a personagem de Ngungunhane, mas também aponta críticas às políticas dos  primeiros anos da independência moçambicana. Por seu lado, Paulina Chiziane tem destacado a situação e vida das mulheres, bem como as  diferentes tradições existentes no país. Mia Couto ficou conhecido pelo uso criativo da língua portuguesa, inspirado na criatividade dos  contadores de histórias.</span></div><div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 4.7pt 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 150%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;">Pode considerar-se que a obra de Khosa marca uma nova pluralidade cultural no contexto moçambicano. Ele e vários outros escritores e poetas questionam a uniformidade da poesia de combate. Tanto o colonialismo como a luta anti-colonial começam a ter menos peso e mesmo nas obras que discutem o passado, o foco passa a incidir sobre a situação actual. Escritores, usando a língua que antigamente era  europeia, expressam realidades do seu país, recuperando as tradições,  conhecimentos e valores que ficaram na sombra do colonialismo e eurocentrismo.</span></div><div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 4.7pt 0cm; text-align: justify;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 4.7pt 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #003366; font-family: 'Times New Roman','serif'; line-height: 150%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"><strong><span style="color: lime; font-size: large;">Conclusão</span></strong></span><span style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman','serif'; line-height: 150%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"></span></div><div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 4.7pt 0cm; text-align: justify;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 4.7pt 0cm; text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 150%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;">Sendo assim, o lugar da herança portuguesa é posto em causa, questionando-se a superioridade cultural europeia e avivando-se as culturas locais e a tradição oral. Sendo possível ver que a literatura antecipou a independência, é possível pensar que ela também pode antecipar e discutir as relações actuais e futuras  entre as ex-colónias e a ex-metrópole. Neste processo, é possível ver-se uma “provincialização” de Portugal ao nível cultural, político e epistemológico. Este processo também pode oferecer novas  perspectivas para a cultura lusófona em geral e para a cultura  portuguesa.</span></div><div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 4.7pt 0cm 9.35pt; text-align: justify;"><span style="color: #003366; font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 150%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;">*</span><span style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 150%; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;">Texto adaptado do original “A Herança Portuguesa e a Literatura Moçambicana”, de Ana Poysa</span></div></div>
publicado por Revista Literatas às 04:36 | link | comentar

Tânia Tomé no XXI Festival de Medellin na Colômbia

A cantora e poetisa Tânia Tomé volta a levar a Bandeira de Moçambique para fora do pais. Estará na Colômbia no Festival de Medellin XXI entre os dias 1 e 9 Julho. Um dos maiores festivais de poesia no mundo, coma mais 170 mil pessoas de aderência ao festival. Onde músicos, nobeis de literatura, actores mundiais já desfilaram a sua classe. A Tânia é convidada como cantora e poetisa, levando seus temas inéditos de música como Estoy Enamorada, Amar 'e bom, que ira cantar em acústico com seus dedos ao piano.

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<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Calibri;">A cantora e poetisa Tânia Tomé volta a levar a Bandeira de Moçambique para fora do pais. Estará na Colômbia no Festival de Medellin XXI entre os dias 1 e 9 Julho. Um dos maiores festivais de poesia no mundo, coma mais 170 mil pessoas de aderência ao festival. Onde músicos, nobeis de literatura, actores mundiais já desfilaram a sua classe. A Tânia é convidada como cantora e poetisa, levando seus temas inéditos de música como Estoy Enamorada, Amar 'e bom, que ira cantar em acústico com seus dedos ao piano.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><br /></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/-KVcrakFn9_U/TgmrDiZdloI/AAAAAAAAAUk/wkc-uJP6vQM/s1600/showesia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="276px" i$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-KVcrakFn9_U/TgmrDiZdloI/AAAAAAAAAUk/wkc-uJP6vQM/s320/showesia.jpg" width="320px" /></a></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Calibri;">Ira dividir o palco também com a cantora<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>Chiwoniso Maraire do Zimbabwe,Madosini Latozi Mpahleni cantora tradicional, e do cantor Pedro Espia-Sanchis (South Africa-Spain).</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"><span style="font-family: Calibri;"></span></span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Calibri;">Tânia também ira apresentar poesia ao lado de outros poetas, entre os quais se destacam a presença da actriz do filme HOTEL RUANDA sobejamente conhecido, o prémio Nobel de literatura 1994 Derek Walcott, entre outros vários poetas, mais 160 do mundo inteiro.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"><span style="font-family: Calibri;"></span></span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Calibri;">Depois desta participação, a artista moçambicana internacional ruma ao Brasil, onde estára ser uma das figuras homenageadas no TEATRO DO SESI no Rio de Janeiro. Por onde muitos artistas sobejamente conhecidos, já passearam a sua classe, como Adriana calcanhoto, augusto Martins, Gilberto Gil, Maria entre outros.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"><span style="font-family: Calibri;"></span></span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Calibri;">Vai actuar no Teatro sesi no dia 14, com poemas do seu mais recente livro, e no dia 15 irá fazer uma sessão de música acústica, cantando seus vários temas inéditos do seu álbum, acompanhada dos seus dedos ao piano.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"><span style="font-family: Calibri;"></span></span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Calibri;">Irá ainda apresentar-se, cantar e apresentar seu livro na KITABU, LIVRARIA NANDYALA, onde foi recentemente lançado o Livro sobre FELA KUTI, da autoria de CarlosMoore e Prefaciado por Glberto GIL (musico e ministro Brasileiro).</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"><span style="font-family: Calibri;"> </span></span><span style="font-family: Calibri;">Tânia prepara seu mais recente álbum de música e irá, ainda estar com músico Guilherme Silva no Brasil e outros músicos com Grecco Buratto e Fernando com os quais estabeleceu contacto recentemente, para estudar a possibilidade de gravar alguns temas de música no Brasil.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"><span style="font-family: Calibri;"></span></span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Calibri;">Nesta semana, Tânia lançou sua música e vídeo mais recente intitulada <i style="mso-bidi-font-style: normal;">Cimbalaia</i>.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: large;"><strong><span style="color: lime;">Biografia</span></strong></span></span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Calibri;">Tânia Tomé (www.taniatome.com ), de 29 anos e de Moçambique é cantora, compositora, actriz, poetisa ,declamadora e apresentadora de espectáculos e televisão. </span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"><span style="font-family: Calibri;"></span></span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Calibri;">Licenciada em Economia, e Pos- graduada em Auditoria e Controlo Gestão, exerce actualmente a sua função de chefe de crédito e mitigação de riscos em instituição financeira. Entrou na Universidade Católica em Portugal com 17 anos, e na conclusão do seu curso ganhou o prémio de mérito para África da Fundação Mário Soares (Presidente de Portugal) pelo bom desempenho académico e suas actividades artísticos - sociais e humanitárias ao longo da vida académica.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="mso-spacerun: yes;"><span style="font-family: Calibri;"></span></span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Calibri;">Como cantora inicia a música com apenas 3 anos, tendo ganho o prémio internacional de música da África Austral organizado pela OMS em Moçambique com apenas 7 anos.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>E ganhou também o prémio de Musica do FEP Canção em 2001 em Portugal, porto.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Calibri;">Tem vindo a cantar em vários países desde Alemanha, Portugal, Botswana, Nigéria, África de Sul, Colômbia e vários outros. Tendo desfilado em palcos com Lokua Kanza, Freshlyground, Asha, Tito Paris, Bonga, Otis, Ze Afonso. A sua composição <i style="mso-bidi-font-style: normal;">Nhi Ngugu haladza</i> foi recentemente galardoada com o prémio música de África 2010.</span><br /><br /><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;">Inicia-se com poesia aos 10 anos e aos 13 anos de idade que participa do seu primeiro sarau de poesia em homenagem ao maior poeta de Moçambique José Craveirinha, onde encarnava o<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>seu personagem (cantando e recitando seus poemas). De salientar que nesse evento o poeta ainda era vivo, e estava presente tendo Tânia o conhecido pessoalmente.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Tânia Tome produziu e realizou o primeiro DVD de poesia em Moçambique. Criou e fundou o conceito e movimento denominado Showesia- espectáculo de poesia, (www.showesia.com) e www.showesiafestival.com .</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;">É presidente da Associação Showesia com objectivos culturais e de carácter sócio-humanitário e directora do Festival internacional showesia.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;">Representou Moçambique e os Países de Expressão Portuguesa no Festival Internacional Poetry Africa em 2009, Festival Cup Of cultures 2010 (Alemanha Berlin), Festival SADC (Botwana), festival medellin (Colômbia) entre outros variados festivais.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;">Conta já com vários prémios internacionais entre os quais se destacam premio académico da Fundação Mário Soares (presidente de Portugal), Premio Festival da Canção, Porto, Portugal, Premio soundcity music award (África), Premio de musica da Organização mundial de Saude, Premio de Poesia Millenium Bim.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;">Lançou em Maio de 2010 em Moçambique seu livro de poesia “Agarra-me o Sol por tras” que é uma das referências bibliográficas da Pós-graduação em Letras Vernáculas da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Finais de 2010 a editora brasileira escrituras lançou o livro “Agarra-me o Sol por tras, outros escritos e melodias” com prefácio do Brasileiro Floriano Martins e pintura de Eduardo Eloy.<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>O livro foi seleccionado para o prémio Portugal telecom 2011 no Brasil.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;">Faz parte da Antologia World Poetry Almanac 2009 (Com 190 poetas do mundo oriundos de 100 países do mundo),<span style="mso-spacerun: yes;">  </span>representando Moçambique e os Palop , e faz parte da Antologia THE BILINGUAL ANTHOLOGY ON AFRICAN POETRY EM CHINES (<span lang="EN-US" style="mso-ascii-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-hansi-font-family: 'Arial Unicode MS';">这里不平静</span><span lang="EN-US"> </span></span><span lang="EN-US" style="font-family: 'MS Mincho'; mso-bidi-font-family: 'MS Mincho';">双</span><span style="font-family: Calibri;"><span lang="EN-US" style="mso-ascii-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-bidi-font-family: 'Arial Unicode MS'; mso-hansi-font-family: 'Arial Unicode MS';">语非洲诗选</span>), lançada em Shangai, China. </span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;">Participa do primeiro ano de comemoração de Celebração da língua e Cultura<span style="mso-spacerun: yes;">    </span>Portuguesa da CPLP em Moçambique, ao lado do Mia Couto e Calane da Silva.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;">É membro da Associação dos escritores Moçambicanos, da Associação dos músicos moçambicanos, da Associação dos Poetas del mundo e membro correspondente da Academia Rio-Grandina de Letras do Brasil.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span><span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US;">www.taniatome.com</span></span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Official Facebook: http://www.facebook.com/pages/Tania-Tome/149205421760085</span></span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>www.myspace.com/taniatome</span></span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>Musics: Listen Tania Music: http://www.reverbnation.com/taniatome</span></span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;"><span lang="EN-US" style="mso-ansi-language: EN-US;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span>Videos: http://www.youtube.com/watch?v=hzGaYAaL3FU</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="mso-spacerun: yes;"> </span>http://www.youtube.com/watch?v=_arV47sOOmc</span></div></div>
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Obras de Joana Ruas

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<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/-idf0UuixHAQ/TgmqaUocG_I/AAAAAAAAAUg/sCXqDZUJEIc/s1600/8Bienal-Ceara-Joana-Ruas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="243px" i$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-idf0UuixHAQ/TgmqaUocG_I/AAAAAAAAAUg/sCXqDZUJEIc/s320/8Bienal-Ceara-Joana-Ruas.jpg" width="320px" /></a></div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;"><span style="font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"><strong>Na Guiné  com o PAIGC</strong></span><span style="font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;">, reportagem escrita nas zonas libertadas da Guiné em 1974, edição da autora, Lisboa, 1975;no jornal da Guiné - Bissau, Nô Pintcha, redige, em 1975, a página de literatura africana de língua portuguesa. Traduz textos inéditos de Amílcar Cabral escritos em língua francesa e recolhe na aldeia de Eticoga (ilha de Orangozinho, arquipélago dos Bijagós), a lenda da origem das saias de palha; <b>Corpo Colonial</b>, Centelha, Coimbra, 1981 (romance distinguido com uma menção honrosa pelo júri da APE; traduzido em búlgaro); <b>Zona </b>(ficção), edição da autora, Lisboa, 1984 (esgotado<b>); </b>Colaborou no Suplemento Literário do Diário Popular e,  na página literária do Diário de Lisboa, foi publicado  um seu trabalho de análise crítica intitulado <b>O Lado Esquerdo da Noite </b>sobre o romance de Baptista Bastos, <b>Viagem de um Pai e de um Filho pelas Ruas da Amargura</b>; na Revista cultural Algar numa edição da Casa Museu Fernando Namora em Condeixa, apresentou   um estudo sobre o romance <b>Fogo na Noite Escura </b>de Fernando Namora; colaborou com textos na página de Letras e Artes, Alma Nova, do jornal O Mirante, no Notícias de Elvas, no União, Quarto Crescente, Jornal do Sporting com poemas inéditos e com um trabalho de análise crítica sobre a narrativa dramática de Norberto Ávila, <b>As Viagens de Henrique Lusitano; O Claro Vento do Mar(</b>romance<b>)</b>  Bertrand Editora, Lisboa, 1996; <b>Amar a Uma só Voz </b>( Mariana Alcoforado nas Elegias de Duíno), Colóquio Rilke, organizado pelo Departamento de Estudos Germanísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,  Edições Colibri, Lisboa, 1997 e publicado no nº 59 da  revista electrónica brasileira Agulha (<a href="http://www.revista.agulha.nom.br/" target="_blank"><span style="color: blue;">www.revista.agulha.nom.br</span></a><b>;  A Amante Judia de Stendhal</b> (ensaio), revista O Escritor,  n.º 11/12, Lisboa, 1998; <b>E Matilde  Dembowski</b> ( ensaio sobre Stendhal), revista O Escritor, nº13/14, 1999 e revista electrónica (<a href="http://www.revista.agulha.nom.br/" target="_blank"><span style="color: blue;">www.revista.agulha.nom.br</span></a> e Triplov e na revista electrónica mexicana La Otra 26; <b>A Guerra Colonial e a Memória do Futuro</b>, comunicação apresentada no Congresso Internacional sobre a Guerra Colonial, organizado pela Universidade Aberta, Lisboa, 2000; <b>A Pele dos Séculos</b> (romance), Editorial Caminho, Lisboa, 2001;.Participou  com comunicações nas <b>Jornadas de Timor da Universidade do Porto sobre cultura timorense e sobre a Língua</b> <b>Portuguesa em Timor na S.L.P</b>. A sua poesia encontra-se dispersa por publicações como <b>NOVA 2</b> (1975), um magazine dirigido por Herberto Helder; o seu poema <b>Primavera e Sono</b> com música de Paulo Brandão foi incluído por  Jorge Peixinho no 5º Encontro de Música Contemporânea promovido pela Fundação Gulbenkian e mais tarde incluído no ciclo Um Século em Abismo — Poesia do Século XX realizado no C.A.M.;  recentemente  publicou poesia nas seguintes publicações : <b>Antologia da Poesia Erótica</b>, Universitária Editora; <b>Cartas a Ninguém</b> de Lisa Flores e Ingrid Bloser Martins, Vega ; <b>Na Liberdade</b>, antologia poética, Garça Editores; <b>Mulher,</b> uma antologia poética integrada na colecção Afectos da Editora Labirinto; <b>Um Poema para Fiama, </b>uma antologia publicada pela Editora Labirinto<b>;</b> <b>; </b>tem colaboração nas revistas  <b>Mealibra</b>,  revista de Cultura do Centro Cultural do Alto Minho e na  <b>Foro das Letras</b> revista da Associação Portuguesa de Escritores – Juristas onde publicou <b>Caderno de Viagem ao Recife</b> . Na revista electrónica <b>Triplov </b>foi publicado um Roteiro sobre a sua obra, <b>A Pele dos Séculos</b>. Em 2008, a Editora Calendário publicou o seu romance histórico <b>A Batalha das Lágrimas. </b>Participou na 8ª Bienal  Internacional do Livro do Ceará onde proferiu uma palestra intitulada <b>Aproximar o Distante, Do Estranho ao Familiar — duas experiências: Timor-Leste e Guiné-Bissau</b>. . Em 2010,a  revista electrónica mexicana  LaOtra, a Revista Literária brasileira e o Jl publicaram o texto do Prof. Dr. Pires Laranjeira sobre <b>Crónicas Timorenses. </b>Em 2009, a Escrituras Editora publicou na colecção Ponte Velha, <b>Das Estações entre Portas</b>. O texto de Joana Ruas intitulado <b>A Herança dos Possíveis </b>sobre dois poemas de José Ángel Leyva foi publicado em Maio de 2010 na revista electrónica Agulha Hispânica. Participou na IV Feira do Livro de Díli onde apresentou com o Dr. Roque Rodrigues, Conselheiro do Presidente da República de Timor Leste e Dr. Manuel Tilman ,Deputado do Parlamento Nacional, as suas obras <b>A Batalha das Lágrimas e Crónicas Timorenses</b>. </span><br /><span style="font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-fareast-language: PT;"><div style="text-align: justify;"><b style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 20pt;"><span style="color: lime;">Biografia </span></span></b></div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;"><span>Joana Ruas nasceu em 1945  na Quinta do Pinheiro em Freches, no distrito da Guarda. Por volta dos anos 50 do século XX , a sua família estabeleceu-se em Angola  onde Joana Ruas viveu e estudou  até aos quinze anos, idade em que, segundo  o costume da burguesia colonial , regressou a Portugal para completar os seus estudos em Coimbra. A guerra colonial  levou  o seu ex-marido para Timor-Leste para onde Joana Ruas o acompanhou . Trabalhou como jornalista cultural e tradutora na Radiodifusão Portuguesa e no jornal Nô Pintcha da República da Guiné –Bissau. A convite de Natália Correia,  traduziu prosa e poesia para diversas editoras. Participou na  causa da Libertação do Povo de Timor-Leste, tendo feito várias conferências sobre  a Língua Portuguesa em Timor –Leste, sua história e cultura. .Em 1975, o poeta Herberto Helder editou um poema seu e, desde então,  consagrou-se à sua obra literária, tendo publicado romances, ensaios e poemas. Trabalha há anos  na escrita de uma obra  em três volumes (um romance, um livro de contos e uma novela), sobre cem anos de Resistência Timorense — de  finais do século XIX até à Independência.</span></div><div style="text-align: justify;"><br style="mso-special-character: line-break;" /></div></span></div>
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Atores

Pedro Du Bois - Itapema
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<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><b style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="color: red;"><span style="background-color: black;">Pedro Du Bois - Itapema</span></span></span></b></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/-1fAubqtPr-E/Tgmo7Mah3gI/AAAAAAAAAUc/f1CFyInFTqY/s1600/teatro-magico.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="223px" i$="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-1fAubqtPr-E/Tgmo7Mah3gI/AAAAAAAAAUc/f1CFyInFTqY/s320/teatro-magico.jpg" width="320px" /></a></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"><span style="font-family: Calibri;">Deve aos papéis o início.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"><span style="font-family: Calibri;">Rasga as folhas em uníssono.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"><span style="font-family: Calibri;">Desprepara-se para o assunto.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"><span style="font-family: Calibri;">Como seu pai lê os jornais </span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"><span style="font-family: Calibri;">do dia antes do almoço.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"><span style="font-family: Calibri;">É começo do repasto,</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"><span style="font-family: Calibri;">não o gosto, nome repetido</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"><span style="font-family: Calibri;">em versos: crime</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"><span style="font-family: Calibri;">reconduzido ao álibi.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"><span style="font-family: Calibri;">Enoja folhas em branco.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"><span style="font-family: Calibri;">Suja-as com palavras.</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"><span style="font-family: Calibri;">Em vão se escondem. O vento</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"><span style="font-family: Calibri;">é seu aliado. Na cumplicidade</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"><span style="font-family: Calibri;">atores desempregados.</span></div>
publicado por Revista Literatas às 04:12 | link | comentar | ver comentários (1)

Os Tempos

Japone Arijuane – Maputo

Os tempos mudam na mudança dos tempos
Só a mudança faz-nos crer que são outros tempos
Os tempos vão e não voltam mais
Uns ficam com o tempo, e não voltam
Outros ficam no tempo que não volta
Os tempos trazem mudanças para quem quer mudar
Só terá  novos tempos quando se mudam os velhos tempos
publicado por Revista Literatas às 04:07 | link | comentar

É para isso que sirvo?

Nelson Lineu - Maputo
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<div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="background-color: black; color: red; font-family: Calibri;"><strong>Nelson Lineu - Maputo</strong></span></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://4.bp.blogspot.com/-vpHHQ_QvXfo/TgH8jRZIrsI/AAAAAAAAATw/kNCGbP_8KZI/s1600/Lineu.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="240px" i$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-vpHHQ_QvXfo/TgH8jRZIrsI/AAAAAAAAATw/kNCGbP_8KZI/s320/Lineu.jpg" width="320px" /></a></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;">Tenho que apreciar a vaidade da cobra</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;">o cinzento do sol</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;">ser como pedra , ir para onde me lançam?</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;">é para isso que sirvo? </span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;">se estiver com flores </span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;">é no cemitério</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;">se riu é de mim mesmo</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;">se danço, canto é um momento de tristeza</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><br /></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;">oiço dizer</span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;">que todos habitantes do mundo </span></div><div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span style="font-family: Calibri;">tem uma missão, a minha é submissão.</span></div>
publicado por Revista Literatas às 04:04 | link | comentar | ver comentários (2)

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